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Paulo Freire: Re-Leitura para uma Teoria da Informática na Educação

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A relação da “alfabetização, leitura e escrita” com o “poder”, não esgota o pensamento freireano. A linguagem, a comunicação e os elementos comunicacionais formam um dos eixos fundamentais da sua proposta educativa para ajudar o homem e a mulher a libertar-se da manipulação e domesticação, desenvolvendo sua capacidade crítico-reflexiva. Especialmente em relação ao tema da formação do professor no uso de elementos mais sofisticados de comunicação, Paulo Freire não desprezou a cultura midiática. Considerou que as competências de um professor são as da leitura e da escrita, bem como a competência de saber enfrentar os fatos cotidianos através da comunicação humana, seja esta por meio da escrita ou de redes telemáticas. Ou seja, propõe que se trabalhe em favor do alfabetismo conceptual e político, porém sempre em relação dialética. Nesta ótica, a questão é desvendar, desarmar e recriar fatos complexos de leitura e escrita.

A teoria vai além do âmbito escolar. Ela está preocupada com os espaços públicos onde o conhecimento é produzido desde que o professor da escola pública, cada vez mais, se move em espaços amplificados de educação, enfrenta trabalhos com grupos diversos, organiza-se como educador, compreende linguagens múltiplas: desde a materna, a audiovisual até a informática. Reconhecer na proposta de Paulo Freire uma alternativa em relação a incorporação da informática na própria ação educativa é uma das chances de reconstruir uma prática estancada por muito tempo desde o poder de alguns setores sociais.

No Programa de Formação de Professores, um dos eixos básicos deve ser o da apropriação, pelos educadores, dos avanços científicos do conhecimento humano que possam contribuir para a qualidade da escola que se deseja. Inovar não é criar do nada, dizia Paulo Freire, mas ter a sabedoria de revistar o velho. Revistar sua prática para pensar a informática na escola é coerente com o sonho de fazer uma escola de qualidade para uma cidadania crítica. Isto implica, por sua vez, o conceito de escola cidadã, ou seja, o lugar de produção de conhecimento, de leitura e de escrita onde o computador ou a rede de computadores constituirão elementos dinamizadores, favorecendo o funcionamento progressivo da instituição e da própria cidadania democrática.

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Geopoéticas

Publicado em

http://oficinasbienalmercosul.blogspot.com/

 

AS GEOGRAFIAS DO CORPO E A EDUCAÇÃO (DO) SENSÍVEL NO ENSINO DE GEOGRAFIA

Usando Mapas Conceituais na Educação Informatizada Rumo a um Aprendizado Significativo (*)

Publicado em

 

Renato Rocha Souza

 

Resumo

Embora existam muitas propostas de introdução e utilização de informática em processos de ensino e aprendizagem, estas incorrem na prática em problemas relativos à estrutura das escolas e dificuldades de adaptação dos métodos tradicionais de ensino a estas propostas. A despeito disso, existem muitas ferramentas que, se bem aplicadas, podem transformar este quadro, como a Linguagem Logo, os software de autoria e multimídia, e a Internet, entre outras. Utilizando algumas destas idéias, é apresentado um programa de confecção de Mapas Conceituais, que permite a construção de conhecimento e interação entre alunos, trazendo uma nova perspectiva para a criação de ambientes de aprendizado significativo.

 fonte: http://www.edutec.net/Textos/Alia/MISC/edrenato.htm Leia o resto deste post

Educação Especial e Novas Tecnologias: O Aluno Construindo Sua Autonomia

Publicado em

Teófilo Alves Galvão Filho

teogf@ufba.br

http://infoesp.vila.bol.com.br

I – Introdução

Com muita freqüência a criança portadora de alguma deficiência, física ou mental, por suas próprias limitações motoras e/ou sociais, agravadas por um tratamento paternalista não valorizador de suas potencialidades, cresce com uma restrita interação com o meio e a realidade que a cerca. Muitas vezes, se não for adequadamente estimulada, assume posições de passividade diante da realidade e na solução de seus próprios problemas diários. É condicionada a que outros resolvam os seus problemas e até pensem por ela.

Conforme Valente,

“As crianças com deficiência (física, auditiva, visual ou mental) têm dificuldades que limitam sua capacidade de interagir com o mundo. Estas dificuldades podem impedir que estas crianças desenvolvam habilidades que formam a base do seu processo de aprendizagem.” (Valente, 1991,p.1).

Se, conforme Piaget, as crianças são construtoras do próprio conhecimento, quando portadoras de deficiência essa construção, portanto, pode ser limitada pela restrita interação das mesmas com o seu ambiente. E é nesta interação que, segundo Papert, através da ação física ou mental do indivíduo, se dão as condições para a construção do conhecimento. Sobre a importância, para o aprendizado, das interações no mundo, enfatiza Papert:

“O Construcionismo, minha reconstrução pessoal do Construtivismo,… atribui especial importância ao papel das construções no mundo como apoio para o que ocorreu na cabeça, tornando-se, deste modo, menos uma doutrina puramente mentalista.” (Papert, 1994, p. 128)

fonte: http://ntearaguaina.vilabol.uol.com.br/b.htm

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Música para ser vista além de ouvida

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Realidade Diminuída

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Gilberto Gil encara discussões sobre refluxo autoritário na internet

Gil encara uma maratona de discussões para debater refluxo autoritário na rede

22 de agosto de 2011 | 0h 00
 
Jotabê Medeiros – O Estado de S.Paulo

Gilberto Gil
CANTOR, COMPOSITOR E ATIVISTA

Gil. 'Vejo o sentido civil do ciberespaço diminuído' - Divulgação
Divulgação
Gil. ‘Vejo o sentido civil do ciberespaço diminuído’

A temperatura caiu, mas o debate esquentou nos trópicos. Na semana passada, o cantor Gilberto Gil, de 69 anos, estrelou o primeiro festival youPIX, de cultura da internet, em São Paulo. O ex-ministro da Cultura volta à cidade nesta quarta, às 20 h, para discutir criatividade, tecnologia e políticas públicas no Auditório Ibirapuera (ao lado de Lawrence Lessig, do Creative Commons, e Danilo Miranda, do Sesc São Paulo). Incansável, na quinta-feira, no Rio, ele debate com o filósofo tunisiano Pierre Lévy o conceito de cibercultura, no Oi Futuro, no Flamengo, às 19h30.

Gil diz que vai abordar, entre outras coisas, a “tentativa do meio econômico de reduzir a realidade do ciberespaço ao modelo anterior, e ao mesmo tempo os avanços provocados pelo uso libertário do ciberespaço”. Há uma expectativa de que Gil comente os rumos do MinC na gestão Ana de Hollanda, mas suas intenções são outras.

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…?

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http://fronteirasimaginarias.org/node/88

http://www.youtube.com/watch?v=qIGYZFDl174

MUNDISSE